Quando alguém pesquisa sobre cirurgia plástica, é comum observar fotografias de antes e depois, técnicas utilizadas e resultados publicados por diferentes profissionais.
Mas a segurança de uma cirurgia não pode ser avaliada apenas pela aparência do resultado final.
Ela depende de uma sequência de decisões que começa na consulta, passa pela avaliação clínica, escolha do procedimento, estrutura hospitalar, anestesia e continua durante o pós-operatório.
Um dos primeiros pontos é compreender se o paciente realmente apresenta condições adequadas para realizar aquela cirurgia.
Doenças preexistentes, histórico de trombose, alterações cardiovasculares, uso de medicamentos, tabagismo e outras condições podem interferir no planejamento.
Também é necessário avaliar a extensão do procedimento.
Em determinadas situações, o desejo de realizar várias cirurgias ao mesmo tempo precisa ser reconsiderado para evitar um tempo operatório excessivo ou uma recuperação demasiadamente complexa.
Para Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, um planejamento responsável precisa equilibrar três fatores: aquilo que o paciente deseja, aquilo que tecnicamente pode ser realizado e aquilo que pode ser feito respeitando limites de segurança.
Outro aspecto importante é o local onde a cirurgia será realizada.
O ambiente precisa oferecer estrutura compatível com o porte do procedimento, monitorização adequada, equipe preparada e recursos para atendimento caso aconteça alguma intercorrência.
A segurança também depende do período depois da operação.
Seguir corretamente as orientações médicas, comparecer aos retornos e comunicar sintomas diferentes do esperado são atitudes importantes durante a recuperação.
Por isso, ao escolher uma cirurgia plástica, o paciente não deve perguntar apenas “qual resultado posso conseguir?”.
Também deve perguntar:
Como minha segurança será planejada?
Essa resposta pode ser tão importante quanto a própria técnica escolhida.




