Uma amiga colocou 300 ml e você gostou do resultado. Isso significa que colocar exatamente o mesmo volume produzirá uma mama semelhante?
Não necessariamente.
Utilizar fotos ou resultados de outras pacientes como referência pode ajudar o cirurgião a compreender determinadas preferências estéticas. O problema aparece quando o volume utilizado por outra pessoa passa a ser considerado uma espécie de fórmula.
A aparência de uma prótese depende da estrutura corporal onde ela será colocada.
Mulheres possuem larguras diferentes de tórax, bases mamárias distintas, quantidades diferentes de glândula e gordura e características próprias de pele.
O próprio formato do implante também modifica o resultado.
Uma prótese com determinada quantidade de mililitros pode ter base mais larga e projeção menor. Outra, com o mesmo volume, pode possuir base mais estreita e maior projeção.
Isso significa que volume e aparência não são sinônimos.
Durante uma consulta com o Dr. Paulo Germano, Cirurgião Plástico em Goiânia, essas características são consideradas para determinar quais dimensões de implante podem apresentar melhor compatibilidade com o corpo e com os objetivos da paciente.
Também é importante entender que fotografias possuem limitações. Posição do corpo, iluminação, roupas e características individuais podem modificar a percepção do tamanho das mamas.
A referência pode servir para mostrar se a paciente prefere um resultado mais discreto ou mais evidente. A escolha propriamente dita, entretanto, precisa considerar sua própria anatomia.
Em vez de copiar um número, o planejamento busca encontrar proporção.




