O corpo muda ao longo da vida.
Gestação, oscilações de peso, menopausa, envelhecimento da pele, alterações hormonais e redução natural da elasticidade dos tecidos fazem com que a aparência de diferentes regiões se modifique com o passar dos anos.
Essas transformações são naturais.
Ainda assim, algumas pessoas podem se sentir desconfortáveis com determinadas mudanças e procurar cirurgia plástica.
Não existe obrigação de aceitar ou modificar qualquer característica corporal simplesmente por causa da idade.
A decisão é individual.
Para alguns pacientes, envelhecer sem intervenções estéticas é perfeitamente compatível com a forma como desejam se enxergar. Outros preferem avaliar procedimentos capazes de modificar determinadas alterações.
Quando existe indicação, cirurgia plástica pode melhorar contornos ou tratar excesso de pele e flacidez em regiões específicas.
O impacto sobre autoestima, entretanto, varia.
O mais importante é evitar a ideia de que a cirurgia precisa apagar todos os sinais do envelhecimento.
O objetivo realista é buscar mudanças compatíveis com anatomia, idade, qualidade dos tecidos e condições clínicas.
Também é preciso considerar segurança.
Com o avanço da idade, avaliação pré-operatória e análise das condições gerais de saúde ganham ainda mais importância.
Sentir-se confortável com o próprio corpo não depende de corresponder a uma determinada faixa etária ou padrão estético.
Caso exista uma característica que provoque incômodo, a consulta com o cirurgião plástico permite compreender o que pode ser modificado e quais resultados são realisticamente possíveis.


